Bem, não sou nenhum expert em vendas, mas já sei o suficiente para auxiliar alguém novo nessa área.
A primeira coisa de um bom vendedor é saber se vender. Quando for se oferecer a algum emprego, saber mostrar suas qualidades e o quanto você pode facilitar a vida do seu empregador. Tudo em vendas é isso, dar facilidades/comodidade ao cliente. Dependendo do produto você pode fazer isso agregando produtos. Por exemplo na minha área de telefonia celular, posso agregar um plano que se adequa às necessidades do cliente. Isso é importante. Quais as necessidades do cliente? Por exemplo um carro:
a - A pessoa tem um perfil sério? esportivo? moderno?
b - Aonde ele vai usar mais o carro? Cidade? Campo? Praia?
c - Passa muito tempo no trânsito?
Essas são só algumas das milhares de perguntas que você pode fazer. E a cada uma você pode agregar um novo acessório.
Caso a: Se a pessoa é mais séria ela vai preferir um carro mais clássico, podemos citar por exemplo... Corolla, Siena, Civic...
Caso b: Se a pessoa usa mais o carro na cidade é interessante o carro possuir de repente um GPS. Se ela morar no "campo", onde não é dificíl de se encontrar estradas de terra etc, é bom a pessoa ter um carro 4x4 e acessórios externos como o para-choque dianteiro com o que se chama de quebra-mato.
Caso c: Se a pessoa passa muito tempo no trânsito ou até mesmo em estradas seria bom um ar-condicionado, um Rádio que aceite CD/MP3 etc
Esses são só alguns exemplos até meio óbvios que você tem, mas que ressaltam a principal meta de um vendedor, que é facilitar a vida do seu cliente. Ter o feeling de olhar para a pessoa e "descobrir" suas necessidades é uma qualidade importante.
Bem, é isso.
Se você tiver alguma dica, correção etc sobre esse assunto é só mandar um comentário!
[]'s
sábado, 15 de março de 2008
domingo, 9 de março de 2008
Para onde ir?
Júlia é uma amiga minha que está no Canadá, e essa simples conversa abaixo me levou a uma reflexão talvez não tão profunda assim sobre a situação atual do Brasil.
"Júlia diz:
O Brasil está uma m**** né?
Philippe diz:
Sei lá"
-x-
As pessoas por aqui andam mais preocupadas com as FARC do que com o CV etc...
Tanta coisa acontecendo por aqui, tudo passando por de baixo de nossos narizes, e estamos mais preocupados com a Colômbia, Equador, Venezuela... Tanta gente sendo sequestrada por aqui, mas nos preocupamos mais com os sequestrados das FARC, enquanto a dois quarteirões de sua casa pode existir um cativeiro. Todos esperando a eleição dos Estados Unidos, dando palpites:
- Eu votaria no Obama.
Diz a senhora para quem quiser ouvir. Mas ela mal lembra em quem votou na eleição passada.
Programas assistenciais, para quem quiser... Cada filho que a pessoa tem se transforma em uma quantia de dinheiro para ajudar a manter as contas em ordem. Não seria mais efetivo criar então um programa de conscientização da natalidade?
Se você cursou o ensino médio em uma escola pública, você tem direito à tentar uma bolsa pelo Pro-Uni ou tantos outros programas, mas se você cursou uma escola particular, com sacrifício, e hoje não tem dinheiro nem para comprar um caderno decente, você não tem direito ao mesmo benefício. Ficando sujeito a prestar qualquer universidade. Já que estudar hoje já não é a única solução. As universidades públicas estão repletas de filhos de pais bem-sucedidos que cursaram ótimos colégios particulares e os melhores cursos pré-vestibulares.
O que revolta de certa forma o cidadão brasileiro, e que ao mesmo tempo o deixa imobilizado é o fato de políticos criarem benefícios que buscam VOTOS descaradamente, e não o bem-estar da população. Mas eleição vai... Eleição vem... E tudo isso se apaga da mente do trabalhador, que prefere acreditar em um slogan de mudança, uma frase que garante que sua vida vai mudar se você votar no candidado A, B ou C.
É fácil ver que a solução para esses problemas, todos eles, passam pelo eleitor. Não só pelo eleitor, mas antes de tudo pelo cidadão. Que vota de tempos em tempos acreditando na mudança mas são enganados por slogans.
Fugir para onde?
A resposta não é tão diferente da qual você imagina.
Não há para onde fugir. Não há como fugir.
"Júlia diz:
O Brasil está uma m**** né?
Philippe diz:
Sei lá"
-x-
As pessoas por aqui andam mais preocupadas com as FARC do que com o CV etc...
Tanta coisa acontecendo por aqui, tudo passando por de baixo de nossos narizes, e estamos mais preocupados com a Colômbia, Equador, Venezuela... Tanta gente sendo sequestrada por aqui, mas nos preocupamos mais com os sequestrados das FARC, enquanto a dois quarteirões de sua casa pode existir um cativeiro. Todos esperando a eleição dos Estados Unidos, dando palpites:
- Eu votaria no Obama.
Diz a senhora para quem quiser ouvir. Mas ela mal lembra em quem votou na eleição passada.
Programas assistenciais, para quem quiser... Cada filho que a pessoa tem se transforma em uma quantia de dinheiro para ajudar a manter as contas em ordem. Não seria mais efetivo criar então um programa de conscientização da natalidade?
Se você cursou o ensino médio em uma escola pública, você tem direito à tentar uma bolsa pelo Pro-Uni ou tantos outros programas, mas se você cursou uma escola particular, com sacrifício, e hoje não tem dinheiro nem para comprar um caderno decente, você não tem direito ao mesmo benefício. Ficando sujeito a prestar qualquer universidade. Já que estudar hoje já não é a única solução. As universidades públicas estão repletas de filhos de pais bem-sucedidos que cursaram ótimos colégios particulares e os melhores cursos pré-vestibulares.
O que revolta de certa forma o cidadão brasileiro, e que ao mesmo tempo o deixa imobilizado é o fato de políticos criarem benefícios que buscam VOTOS descaradamente, e não o bem-estar da população. Mas eleição vai... Eleição vem... E tudo isso se apaga da mente do trabalhador, que prefere acreditar em um slogan de mudança, uma frase que garante que sua vida vai mudar se você votar no candidado A, B ou C.
É fácil ver que a solução para esses problemas, todos eles, passam pelo eleitor. Não só pelo eleitor, mas antes de tudo pelo cidadão. Que vota de tempos em tempos acreditando na mudança mas são enganados por slogans.
Fugir para onde?
A resposta não é tão diferente da qual você imagina.
Não há para onde fugir. Não há como fugir.
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